A Sociedade dos Jovens

A Sociedade dos Jovens

O IDOSO TEM DIREITO À VIDA

            Idosos são todas as pessoas adultas com sessenta anos ou mais, que depois de se sacrificarem para cuidar dos filhos e netos, das crianças e dos jovens, precisa ser cuidado, e a família, a sociedade e o Estado, todos três segmentos têm o dever de amparar o idoso garantindo-lhe o direito à vida, dando-lhe condições de viver plenamente em condições justas, com plenitude. Por lei e direito, os filhos maiores tem o dever de ajudar a amparar os pais na velhice, na carência afetiva, financeira ou nas enfermidades, deixando longe os pensamentos tristes, de, por exemplo, coloca-los em casas de apoio à velhice ou asilos. Para uma pessoa idosa ir viver num asilo ou em qualquer outro tipo de lugar, só pode acontecer se ela não tiver nenhum familiar para cuidar dela. Caso contrário, todo idoso tem o direito de viver em suas casas, nas casas de seus familiares, onde poderá receber os apoios necessários para ter uma velhice segura, com dignidade.

            Com as aflições do modernismo os idosos estão tendo que ter uma vida ativa mais longa, tendo que, mesmo incapacitados, serem responsáveis por várias pessoas, como netos e bisnetos que ficam sob seus cuidados enquanto os pais trabalham, e mesmo assim, quando chegam numa fase de não satisfazerem mais essas tarefas, são esquecidos num canto ou viram moribundos em cima de uma cama. É que na verdade, ao atingirem uma idade avançada, as pessoas começam a exigir cuidados que antes eram exclusivos dos bebês, e que na velhice, voltam a acontecer. É preciso um cuidado realmente muito especial com eles. Coisa e lei da natureza humana.

            Os idosos merecem garantia de acesso aos bens culturais, como participar de atividades sociais ou ter acesso a elas, ter direito de se interagir e integrar a sociedade onde vive, podendo ir e vir sem restrições ou discriminações que os afastem de entretenimentos saudáveis e importantes para a manutenção de sua saúde física e mental, elevando sua moral e autoestima. Essa sensação de liberdade e autonomia é que faz com que vivam mais e mais felizes, contentes por sentirem que não estão sendo considerados estorvos ou problemas, mas que estão fazendo parte de uma comunidade, de uma família, com cidadania e respeito, dignidade e bem estar.

            Preocupada com os idosos, a sociedade brasileira colocou em prática uma campanha nacional para diminuir a violência contra eles, visando a conscientização de todos no sentido de que tratem os idosos com respeito e consideração, com amor e carinho, amando-os, como a si próprios.




Alterações ortográficas


Os professores de língua portuguesa estão encarando neste ano letivo de 2012, uma tarefa extra, no sentido de trabalhar junto aos alunos, as novas alterações e mudanças ortográficas na nossa língua portuguesa,que estão entrando em vigor neste ano. Isso acarretará várias atividades extras e exercícios de fixação para que os estudantes comecem desde já a usarem as novas regras, que apesar de tudo, só poderão ser cobradas, em conformidade com o acordo ortográfico firmado pelos países componentes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa ( oito países: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Dissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste ), à partir deste ano de 2.012, quando já deverão estar implantadas nos livros didáticos.
O objetivo desse acordo é de que a nossa língua Portuguesa se torne uma das línguas oficiais da ONU, depois de ser padronizada para que esses oito países falem o mesmo idioma. Para esclarecimento, as novas regras já estão em vigência desde 1º de janeiro, e trarão algumas mudanças. Com relação aos livros didáticos, todos terão que ser revisados para adaptar às novas regras; milhões de professores terão que reaprender a língua; os livros já impressos com as regras antigas, a partir de 2011,  serão incinerados - queimados, e os programadores de softwares já começam a trabalhar para revisão e correção na internet, principalmente nos corretores ortográficos de Português que existem nos programas do Windows (Word). Equipe da OpenOffice já saiu na frente, apresentando seu soft de textos com o corretor atualizado.
Se o objetivo das aulas de língua portuguesa é interar os alunos e ao mesmo tempo condicioná-los para seu uso, então tem sim, que haver o ensino encima de uma exigência ponderada quanto o domínio da língua padrão, porque sabemos, o dialeto regional predominante na linguagem coloquial tem maior poder que a linguagem culta. Através desta perspectiva há de se fazer uma reconsideração e uma maior reflexão quanto a real necessidade da interação dos alunos com a língua culta, sendo que, ela mesma é para os educandos, uma metalinguagem e sempre representará a forma de expressão de maior postura prática.
O que vemos então é o ensino da gramática de maneira forçada, pois em vez de investigarmos as regras e as leis, nós simplesmente as colocamos prontas e acabadas para os alunos, que são obrigados a decorá-las, sem proporcionar a oportunidade de eles perceberem, de forma palpável, como as coisas funcionam, e porque funcionam assim, porque tem que aprender uma forma de falar e escrever, mesmo sabedores que, provavelmente, não irão usá-la.
Tudo isso prova que já estamos numa nova era do ensino, e já não podemos mais evidenciar o ensino da gramática na sala de aula, de forma mecânica, teórica e decoréba - a gramática tradicionalista normativa - mas sim de forma contextualizada num processo de reflexão, que leve os alunos a compreender os fatos linguísticos, encarando a realidade de sua utilização que lhe permitam uma desenvoltura melhor e mais eficiente na questão da oralidade e da própria escrita. É essa a melhor proposta a ser praticada pelos professores de Língua Portuguesa que atuam no Ensino Fundamental e Médio, ministrando aulas e colocando os alunos a par das novas regras ortográficas.
Creiam que já se procura, desde o ano passado, produzir textos adequados às novas regras ortográficas, que pouco serão notadas pelos leigos, como é o caso do acento circunflexo usado nos verbos da terceira conjugação do plural como crêem, dêem, lêem e vêem, que deixa de existir; o desaparecimento do trema (¨) usado nas palavras como lingüiça, por exemplo. Agora se escreve linguiça. Outra mudança que quase não será surpresa é a inclusão oficial das letras k, w e y ao alfabeto, que já são praticamente, de uso normal. Toda essa mudança, que parece muita, são simples modificações que não serão difíceis de adaptação. Os jovens  espertos de hoje assimilarão com tranquilidade essas mudanças.



Novas posturas, novas relações



Estamos vivendo um novo tempo, uma nova época onde a sociedade mudou e temos agora uma inversão de valores e de papel, principalmente na família. Temos agora um exaustivo bombardeamento de informações que temos que absorver, as mulheres junto com os homens trabalhando fora, o avanço da tecnologia acelerado e o principal, uma drástica mudança no seio da família e no seu conceito, seu jeito de ser. A família mudou, a criança mudou, os adultos mudaram, as amizades mudaram, as escolas mudaram... muita coisa mudou, gerando muita confusão, angústia e expectativas, trazendo consigo o estresse.

Com essa confusão toda os pais estão oferecendo proteção excessiva aos filhos, invés de desenvolver suas capacidades para que eles possam vencer os disputados desafios e propostas impostas pela sociedade. Como acham, os pais, essa tarefa muito complicada e difícil, fica a família desestruturada, a procura de meios, formas, e até mesmo, milagres para conseguir direcionar os filhos num caminho sem pedras, sem buracos e sem interferências negativas, e acaba achando que é a escola que tem que educar seus filhos. Mas sabemos nós que a família é que tem que educar seus filhos. A família é a responsável pela educação e a escola, pela formação de habilidades para que tenham o conhecimento e competências na vida social, para chegarem à cidadania plena.

Nessa época o que se pode fazer pelos filhos é ser consistentes nas diretrizes de sua formação desde pequenos, elucidando e impondo sempre os limites, tratando de suas frustrações com seriedade, destinando à eles tarefas diárias para trabalhar a responsabilidade e uma melhor distribuição e aproveitamento do tempo, além de uma forma bem regulada quanto ao dinheiro que lhes é dado. Os filhos são frutos do meio, mas, é na relação familiar que os verdadeiros valores se formam e se consolidam. De nada adianta os pais darem limites, como assistir à tevê só em determinadas horas, proibir certos tipos de música, cobrar respeito ao próximo, exigir que não falem palavrão, se eles próprios na sua conduta normal burlam as leis e os valores morais que pregam. Suas atitudes valem mais que mil palavras.

Promova as ações simples e concretas que possam realmente ajudar seu filho a assumir responsabilidades de forma coesa e correta, desde de pequeno, fazendo com que ajude em alguns afazeres da casa e que se sinta envolvido com a realidade financeira da família. A criança que aprende ter responsabilidades desde pequena, se sai melhor na escola e na vida!

Solução para viabilização da educação moderna

...........Para os ditatas e teóricos o desenvolvimento do ensino dos jovens está legal, satisfatório, mas, para quem vive e participa dentro desse processo de ensino/aprendizagem como integrante de algum setor educacional sabe perfeitamente que isto é irreal. Não é verdade e nem possível da forma que está.
..........Numa classe de aula estão juntos alunos que tem como objetivo, estudar e conseguir sucesso na vida almejando sempre uma melhor graduação, junto com alunos que infelizmente só vão para a escola porque são obrigados e que poderiam estar cursando prazerosamente uma escola profissional, aprendendo uma profissão na qual se adaptasse bem, e aqueles alunos com necessidades especiais, injustamente colocados numa situação desfavorável para seu desenvolvimento.
..........Então, quem sabe, a solução não seria a escola trabalhar nesses três padrões diferenciados de ensino, com professores preparados e especializados em cada caso, proporcionando, com certeza, um resultado realmente positivo.
..........Mas não... os burocratas elitistas e teóricos acham que o certo é misturar todos numa sala, com professores despreparados para situações para as quais eles não tiveram orientação e estudo, pregando ser isso "inclusão". O problema é que usam como parâmetros índices que sabe-se muito bem, são muitas vezes manipulados, e portanto, também irreais.

Escola às crianças, às crianças que querem escolas.

Muito se discute hoje a questão da diferenciação entre o ensino público e o ensino particular, inclusive, com determinação através de decretos, de reserva de vagas nas escolas superiores para os alunos que estudam em escolas públicas.

Muitas vezes essa linha de pensamento nos remete ao problema de discriminação ou racismo, relacionando o mesmo fato ocorrido na reserva de vagas nas escolas superiores aos candidatos negros.

Estão na realidade, tentando consertar a situação no topo das consequências. Um político apresentou esta semana na televisão seu ponto de vista, dizendo que estas supostas ajudas são meros deslizes, pois, reservar vagas para negros ou para alunos de escolas públicas não exige do estado nenhuma verba específica, e isso quer dizer que o estado não está então ajudando, apenas propiciando uma nova situação, que nem sempre, é considerada positiva pela maioria.

Pelas teorias apresentadas por políticos de maior envolvimento com a educação, o estado deveria impor sua participação na organização do ensino desde seu primeiro ano, quando a criança vai para a escola, propiciando-as não com sonhos de futuro, mas com uma realidade segura, com salas, professores, livros, escolas e condições de desenvolver seu aprendizado de forma completa. Em outras palavras, o que se propõe não é bem a quantidade de escolas, mas a qualidade de ensino nas escolas, através de um sistema novo que possa sanar e estruturar uma forma de ensino que dê resultados, mesmo para os alunos de escolas públicas, que são alunos carentes, de famílias e comunidades pobres, com deficiência em vários fatores, principalmente, com relação à educação familiar, educação comportamental. O sistema de que se adequar.

O caminho das crianças hoje no Brasil ainda tem em comum a escola pública, uma rede que abriga mais de 48,5 milhões de alunos, chegando a atender cerca de 87% das matrículas no ensino básico, que vai do infantil ao médio. Pelos dados e pesquisas apresentadas pela Secretaria de Estado da Educação, desde a década de 90 o país praticamente universalizou o ensino fundamental, sendo responsável pela manutenção de 97% das crianças de 7 a 14 anos matriculadas.

Através de levantamentos e resultados de testes avaliativos aplicados pelo Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), ainda falta muito para se atingir as metas que fazem parte do Plano de Desenvolvimento da Educação, lançado recentemente pelo presidente Lula, e a boa notícia é que a escola tem deixado de ser um problema só de pedagogos, professores e estudiosos no assunto, mas também se tornou uma grande preocupação para vários setores da sociedade. A sociedade começou a perceber que, somando escola ruim, alunos desinteressados e jovens fora das salas de aula, o resultado é um Brasil com falta de mão-de-obra qualificada e com cidadãos problemáticos para enfrentar as normas e regras impostas pela vida em comunidade.