A Sociedade dos Jovens

A Sociedade dos Jovens

Sonhos e Desejos

Sonhos não são apenas para crianças. Adultos e idosos também sonham. Usam da metáfora de sonhar e esperam a concretização de uma vontade, que é chamada de sonho, por ser julgado, muitas vezes, impossível. Muitos conseguem concretizar essas vontades dentro do próprio sonho. Sonhar com a concretização de alguma coisa não é um sonho. Sonho é quando se sente participar de alguma situação, num sonho que se lembra quando se acorda. Sonhar com a concretização de uma coisa não é sonho, é um “ensejo”, uma vontade de que um desejo se realize.

A criança nasce, cresce e mesmo adulta avalia alguns detalhes de sua vida. Começa a enumerar seus sonhos impossíveis ou inalcançáveis, e, se tratando de uma pessoa simples do interior, como do interior de Minas, a primeira coisa que vem à tona é o mar, que mesmo não estando tão longe só é conhecido pelas descrições de quem o conhece e pelas vislumbrantes aparições em imagens fotográficas e filmadas. Ir a uma praia e conhecer o mar de perto é sonho de todos.

Ainda há um desejo que pode ser dos mais difíceis: conhecer a neve, pisar e sentir a neve cair sobre sua cabeça e imaginar como é sentir o seu frio congelador. Através de descrições contadas já é mais difícil conhecer detalhes sobre a neve, ainda mais porque dentre as pessoas interioranas quase nenhuma teve o privilégio e oportunidade de ir até as terras onde ocorrem tal fenômeno. Então sobre a neve, conhece-se apenas mesmo por fotos e filmes, quando se desperta a curiosidade de como se viver num lugar desses.

Em questão de curiosidade, tem-se a mais incomodante, que é o sonho de andar de avião. Isso porque em qualquer lugar que se more pode ser visto um avião passando no céu, nas suas rotas direcionadas. É um sonho que na realidade está bem perto e próximo de ser realizado, mas, a grande maioria não tem acesso e continua sonhando, criando situações imaginativas com base no que já conhecem pelos filmes e reportagens na televisão.

Mesmo não podendo se concretizar os desejos, se sonha com eles, mesmo estando acordado. Porém para um ensejo há um limite, enquanto que, para os verdadeiros sonhos, o limite é a imaginação, que, de onde vem, não se sabe, mas existe.

Que bom! Chegaram as aulas!

Para a maioria a volta às aulas é um transtorno porque tem que
comprar um monte de coisas e ainda ficar imaginando como será
a adaptação do filho à nova turma.


Estamos numa fase quando todos os pais se preocupam com a volta dos filhos às aulas, e nessa época a preocupação volta-se para a compra do material escolar, para os uniformes e aquela nova mochila, para substituir a velha, ou mais ou menos velha, do ano passado que eles já não querem mais, e quanto às mochilas, não se deve esquecer dos cuidados com o peso delas, que, conforme alguns estudiosos da ortopedia, se estiverem pesadas poderão contribuir para o surgimento de dores e desvios por vício de postura e impactos na coluna.
Não obstante deste problema, surge a questão da adaptação dos alunos, preocupação que envolve não só os pais, mas também as escolas e professores que vêem as crianças como melindrosas peças a serem cuidadas, não só no quesito de ensinamentos nas disciplinas curriculares, mas também com atenção especial para o lado da afetividade, o que deixa no ar uma grande expectativa geral, provocando até um início de estresse: para os alunos que ficam imaginando como será sua turma; para os pais que, infelizmente, não poderão ficar nas salas de aulas com os filhos para os acompanharem bem de perto e para os professores e diretorias das escolas que precisam fazer um trabalho com esmero.
Para muitos, as escolas deveriam entender mais de seres humanos e de amor do que de conteúdos e técnicas educativas. Cada vez mais percebemos a importância da educação ser pensada como meio de promover a própria vida, de preparar o indivíduo para a sociedade, mas, infelizmente, o currículo atual da maioria das escolas ainda prioriza o desenvolvimento cognitivo, de uma Inteligência construída pelo conteudismo, excluindo a emoção humana e o afeto do processo ensino-aprendizagem.
Sabe-se que, dentro do possível, os educadores estão mais humanistas, trabalhando novas concepções de ensino e buscando uma nova visão que possa preparar pessoas mais justas, democráticas e solidárias, para uma sociedade tal, mas há ainda a necessidade de um respaldo por parte da família e, principalmente, dos pais, colaborando com afeto e orientação, apontando caminhos de esperança de um mundo melhor. E se a criança ou jovem acreditar nisso, provavelmente irá procurar realizar seus sonhos embasados nessas premissas que, mesmo não sendo comprovadamente verdadeiras, levam a uma realidade melhor.

O elo entre 2011 e 2012

Se todos mudassem acompanhando as mudanças do tempo haveria um
equilíbrio
natural entre o hoje e o amanhã, entre o ano que passou e este que chegou.


Todo ano que se inicia trás consigo novidades porque é na realidade um novo tempo, novo acontecimento, dando a entender a todos de que há plena necessidade de “mudar”. Se não houver mudanças não existirão novidades e por isso o tempo passa carregando com ele toda esperança e trazendo a cada claridade de um novo dia, novas conquistas e novas premissas de prosperidade. O fator que faz a ligação entre um ano velho e um ano novo é um elo que se traduz em surpresas e tendências novas.
Contudo, ainda assim, permanece o homem impávido, imóvel e indiferente às novidades que vêm com o novo ano, esse ano que trás uma prévia do que será esse século vinte e um, cheio de novidades que deixarão estupefatos os incrédulos, aqueles que não mudam e não acompanham as mudanças que o tempo trás junto com as novas gerações de pessoas envolvidas com avanços dantes inacreditáveis, impossíveis e inviáveis para uma cabeça retrógrada e acomodada na solidez da paz, enquanto a guerra acontece ao seu lado, matando, desconfigurando e destruindo famílias por toda parte do planeta.
Mesmo um casulo que representa um lugar seguro também pode sofrer avarias com o vento ou qualquer outro incidente natural que o danifica, como temos na parábola chinesa que diz que um garoto quis adiantar o processo de nascimento de uma mariposa e rasgou o seu casulo para ela se soltar e voar, mas essa precocidade provocou o nascimento de uma mariposa imperfeita, que não havia ainda sido formada completamente. Assim está sendo o comportamento da humanidade que vem deflagrando os conhecimentos e burlando as leis da natureza, fazendo e gerando muita coisa de forma precoce como a criação de novas e desumanas regras para a conduta familiar, gerando anomalias, quais são claramente vistas hoje no que antes se chamava “ceio da família”.
Se considerando ser a família a base de todos os pilares da comunidade e da sociedade em si, pode se verificar que as estruturas estão abaladas, tortas e desequilibradas tal qual a mariposa que teve seu resplandecer antecipado, não tendo tido tempo suficiente para a formação de suas asas, que seriam o sustentáculo para que alçasse vôo com perfeição. No caso da família, a precocidade está na valorização da individualidade que joga no “ceio da sociedade” os filhos ainda prematuros, despreparados para encarar e enfrentar os problemas modernos que só se combate com vitória tendo como arma uma base sólida e firme chamada família. Se essas mudanças continuarem gerando cidadãos prematuros a tendência de futuro será ainda mais insegura e duvidosa.

Ano Novo... é claro!


Não bastasse as festas de natal temos agora neste final de semana mais festas. É coisa restrita de um povo que realmente gosta de festa, ou, que precisa de festas para estravazar e esquecer um pouco as aflições tidas durante o ano. Por isso é que se comemora abraçando e desejando votos positivos à todos. Ano Novo é sinal de vida nova, de novas perspectivas e incertezas, pelas quais esperamos sucesso, atingindo e alcançando as perspectivas de vitórias e driblando as incertezas para que se tornem reais certezas de conquistas.
Bom ano para todos amigos, e que consigam permanecer sob a claridade da luz divina que nos faz sentir o nobre e poderoso sentimento de amor.

Muita prosperidade e firmeza na trilha de 2.012.

Natal é tudo de bom!

Natal é tudo de bom!

Tudo acontece nessa época de natal, quando o ódio se pinta de desculpa, a inveja se transforma em carícia e o inimigo surge de asas, angelicamente.

Com a aproximação das comemorações festivas do Natal e Ano Novo as pessoas começam a modificar suas rotinas, tanto comportamental como sentimental, pois, além de se prenderem à preocupação com relação à compra dos presentes, voltam-se para a questão do relacionamento, e até os casais separados, por motivos de ligação à família ou filho, tratam de se comunicarem para elaborar os projetos que vão desde o questionamento sobre o presente até a satisfação do presenteado, ou ainda, quem vai dar quanto para as festas.

Tudo que envolve esses festejos só trás aproximação e reverenciação com muitos votos de felicidades, saúde, préstimos, progresso, alegria e muitas outras coisas mais íntimas, que deixam revelar as verdadeiras amizades, as verdadeiras paixões e a consideração dentre todos. Metaforicamente falando, até parece um velório, onde o defunto é reverenciado, elogiado e aplaudido, mesmo deitado e inerte, numa demonstração, mesmo que pálida, mas significativa quando verdadeira, enquanto que, em outros devaneios, acontece a imprecisa maledicência do fingimento, da mentira descarada e impune, pois todos têm que aceitar.

É a mesma coisa no Natal e Ano Novo, quando temos que aceitar as parabenizações mesmo sabendo serem falsas. Mas é isso que faz o Natal e Ano Novo diferente: a confraternização, os abraços, os beijos e os risos juntos ao redor de uma mesa cheia de frutas, mesmo que isso tudo seja apenas pela televisão, mas vale, e muito. É época de acreditar, então, acredite em todos os votos que receber e aproveite deles para ser feliz, como este: que a "Paz e a Harmonia" encontre moradia em todos os corações. Que a Esperança seja um sentimento constante em cada ser que habita este planeta. Que o Amor e a Amizade prevaleçam acima de todas as coisas materiais e que as Tristezas ou Mágoas, sejam banidas dos corações, dando lugar apenas ao Carinho, e ao sentimento maior: “O Amor”.

No natal esqueça por alguns instantes o seu “celular”, e vá dar um abraço pessoalmente em quem você gosta...