Em decorrência de vários problemas verificados, principalmente, durante eventos de grande porte com participação de vários países, em eventos internacionais, a nossa língua portuguesa está sofrendo algumas mudanças na sua ortografia, que serão implantadas no decorrer deste ano. O Português é a terceira língua ocidental mais falada, depois do inglês e o espanhol e é falada em oito paises: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.
A fato de ter mais de uma ortografia vem dificultando a divulgação do idioma Português, ocasionando distorções no caso de tradução, e com as alterações serão facilitados os critérios de tradução e escrita em documentos estrangeiros. No caso do Brasil, as mudanças serão bem poucas, que visarão somente a parte ortográfica, mantendo-se em todos países, principalmente Portugal, as pronúncias típicas de cada um. No caso do Brasil teremos mudanças como:
- As palavras paroxítonas (penúltima sílaba mais forte) terminadas em “o” duplo, por exemplo, não terão mais acento circunflexo. Ao invés de “abençôo”, “enjôo” ou “vôo”, os brasileiros terão que escrever “abençoo”, “enjoo” e “voo”, sem o acento circunflexo (chapélzinho).
- Não se usará mais o acento circunflexo nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos “crer”, “dar”, “ler”, “ver” e seus decorrentes, ficando correta a grafia “creem”, “deem”, “leem” e “veem”. Até então usamos lêem, vêem e dêem para o plural das terceiras pessoas.
- Criação de alguns casos de dupla grafia para fazer diferenciação, como o uso do acento agudo na primeira pessoa do plural do pretérito perfeito dos verbos da primeira conjugação, tais como “louvámos” em oposição a “louvamos” e “amámos” em oposição a “amamos”.
- O trema desaparece completamente. Estará correto escrever “linguiça”, “sequência”, “frequência”, linguística e “quinquênio” ao invés de lingüiça, seqüência, freqüência, lingüística e qüinqüênio.
- O alfabeto deixa de ter 23 letras para ter 26, com a incorporação de “k”, “w” e “y”.
- O acento deixará de ser usado para diferenciar “pára” (verbo) de “para” (preposição).
- Haverá eliminação do acento agudo nos ditongos (encontro de duas vogais numa mesma sílaba) abertos “ei” e “oi” de palavras paroxítonas, como “assembléia”, “idéia”, “heróica” e “jibóia”. O certo será escrever assembleia, ideia, heroica e jiboia.
Essas alterações, que serão em maior número aplicadas em Portugal, deverão promover a unificação da língua em todos países que a adotam como língua oficial, e de certa forma servirá para fortalecer o idioma em âmbito mundial. Quanto à eliminação de alguns acentos, como o trema, é ótimo, pois se trata de uma norma que não é bem entendida, inclusive, pelos alunos, por ser desnecessária. As modificações terão maior repercussão no Brasil e em Portugal, os países de maior população.
A Sociedade dos Jovens
Batendo nas teclas do livro
Se fizermos uma avaliação para descobrir os maiores responsáveis pelo analfabetismo cultural no Brasil diríamos com certeza que é o próprio estado e a sociedade que o compõe, através das indicações de seus representantes, dos governantes. Da mesma forma aplica-se a dedução na questão da pouca leitura feita pelo jovem brasileiro. Isso considerando que uma boa formação da educação didático-pedagógico-cultural deriva da quantidade de leitura em todos seus estágios e níveis de intelectualidade.
A verdade é que uma população com baixa renda não coloca em seu orçamento gastos com livros, pois os livros não fazem parte da cesta básica cultural do brasileiro, o que influencia de maneira segura, na decadência da escolaridade, ou melhor, na pouca escolaridade dos jovens brasileiros.
Nem mesmo os jovens de classe média têm como hábito a prática da leitura, muitas vezes feita de forma obrigatória e tão somente por necessidade escolar, porque, algum dinheiro que a família obtém à mais, e que poderia direcionar para as livrarias, direciona para outros fins, como telefones celulares, TV a cabo e internet. Estão então promovendo de forma até covarde, os concorrentes do livro, que são justamente os celulares, através dos quais os jovens gastam grande parte de seu tempo, além da TV com filmes super interessantes e a internet com Orkut e tudo mais.
Coitado do livro! Menosprezo total à leitura! Viva o fácil, o que está pronto! Infelizmente são as tendências do mundo moderno que misturam a realidade com a virtualidade ao vivo, que evidencia a fatalidade perante os acontecimentos instantâneos sem cobrança de resultados.
Na verdade os compradores significativos de livros estão dentre os 10% mais ricos do Brasil, que já vivem os resultados de terem uma boa leitura, com jovens bens encaminhados e com futuros premeditadamente fadados ao sucesso. Prova também que dentre os fatores de empecilho à compra de livros, está seu alto preço. Para os livros irem parar nas escrivaninhas, teriam que caber primeiro no bolso dos brasileiros. Eles teriam que custar menos de um terço do que custam hoje, ou menos, se pudesse contar com subsídios do governo.
Mas para quem gosta de ler, o jornal independe da data, a notícia não tem partido, toda propaganda tem seu charme, as manchetes tem luzes de neon, o livro não precisa ter todas páginas, a história sempre se transforma... em vida.
A verdade é que uma população com baixa renda não coloca em seu orçamento gastos com livros, pois os livros não fazem parte da cesta básica cultural do brasileiro, o que influencia de maneira segura, na decadência da escolaridade, ou melhor, na pouca escolaridade dos jovens brasileiros.
Nem mesmo os jovens de classe média têm como hábito a prática da leitura, muitas vezes feita de forma obrigatória e tão somente por necessidade escolar, porque, algum dinheiro que a família obtém à mais, e que poderia direcionar para as livrarias, direciona para outros fins, como telefones celulares, TV a cabo e internet. Estão então promovendo de forma até covarde, os concorrentes do livro, que são justamente os celulares, através dos quais os jovens gastam grande parte de seu tempo, além da TV com filmes super interessantes e a internet com Orkut e tudo mais.
Coitado do livro! Menosprezo total à leitura! Viva o fácil, o que está pronto! Infelizmente são as tendências do mundo moderno que misturam a realidade com a virtualidade ao vivo, que evidencia a fatalidade perante os acontecimentos instantâneos sem cobrança de resultados.
Na verdade os compradores significativos de livros estão dentre os 10% mais ricos do Brasil, que já vivem os resultados de terem uma boa leitura, com jovens bens encaminhados e com futuros premeditadamente fadados ao sucesso. Prova também que dentre os fatores de empecilho à compra de livros, está seu alto preço. Para os livros irem parar nas escrivaninhas, teriam que caber primeiro no bolso dos brasileiros. Eles teriam que custar menos de um terço do que custam hoje, ou menos, se pudesse contar com subsídios do governo.
Mas para quem gosta de ler, o jornal independe da data, a notícia não tem partido, toda propaganda tem seu charme, as manchetes tem luzes de neon, o livro não precisa ter todas páginas, a história sempre se transforma... em vida.
Mudanças na língua portuguesa
Em decorrência de vários problemas verificados, principalmente, durante eventos de grande porte com participação de vários países, em eventos internacionais, a nossa língua portuguesa está sofrendo algumas mudanças na sua ortografia, que serão implantadas no decorrer deste ano. O Português é a terceira língua ocidental mais falada, depois do inglês e o espanhol e é falada em oito paises: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.
A fato de ter mais de uma ortografia vem dificultando a divulgação do idioma Português, ocasionando distorções no caso de tradução, e com as alterações serão facilitados os critérios de tradução e escrita em documentos estrangeiros. No caso do Brasil, as mudanças serão bem poucas, que visarão somente a parte ortográfica, mantendo-se em todos países, principalmente Portugal, as pronúncias típicas de cada um. No caso do Brasil teremos mudanças como:
- As palavras paroxítonas (penúltima sílaba mais forte) terminadas em “o” duplo, por exemplo, não terão mais acento circunflexo. Ao invés de “abençôo”, “enjôo” ou “vôo”, os brasileiros terão que escrever “abençoo”, “enjoo” e “voo”, sem o acento circunflexo (chapélzinho).
- Não se usará mais o acento circunflexo nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos “crer”, “dar”, “ler”, “ver” e seus decorrentes, ficando correta a grafia “creem”, “deem”, “leem” e “veem”. Até então usamos lêem, vêem e dêem para o plural das terceiras pessoas.
- Criação de alguns casos de dupla grafia para fazer diferenciação, como o uso do acento agudo na primeira pessoa do plural do pretérito perfeito dos verbos da primeira conjugação, tais como “louvámos” em oposição a “louvamos” e “amámos” em oposição a “amamos”.
- O trema desaparece completamente. Estará correto escrever “linguiça”, “sequência”, “frequência”, linguística e “quinquênio” ao invés de lingüiça, seqüência, freqüência, lingüística e qüinqüênio.
- O alfabeto deixa de ter 23 letras para ter 26, com a incorporação de “k”, “w” e “y”.
- O acento deixará de ser usado para diferenciar “pára” (verbo) de “para” (preposição).
- Haverá eliminação do acento agudo nos ditongos (encontro de duas vogais numa mesma sílaba) abertos “ei” e “oi” de palavras paroxítonas, como “assembléia”, “idéia”, “heróica” e “jibóia”. O certo será escrever assembleia, ideia, heroica e jiboia.
Essas alterações, que serão em maior número aplicadas em Portugal, deverão promover a unificação da língua em todos países que a adotam como língua oficial, e de certa forma servirá para fortalecer o idioma em âmbito mundial. Quanto à eliminação de alguns acentos, como o trema, é ótimo, pois se trata de uma norma que não é bem entendida, inclusive, pelos alunos, por ser desnecessária. As modificações terão maior repercussão no Brasil e em Portugal, os países de maior população.
Em decorrência de vários problemas verificados, principalmente, durante eventos de grande porte com participação de vários países, em eventos internacionais, a nossa língua portuguesa está sofrendo algumas mudanças na sua ortografia, que serão implantadas no decorrer deste ano. O Português é a terceira língua ocidental mais falada, depois do inglês e o espanhol e é falada em oito paises: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.
A fato de ter mais de uma ortografia vem dificultando a divulgação do idioma Português, ocasionando distorções no caso de tradução, e com as alterações serão facilitados os critérios de tradução e escrita em documentos estrangeiros. No caso do Brasil, as mudanças serão bem poucas, que visarão somente a parte ortográfica, mantendo-se em todos países, principalmente Portugal, as pronúncias típicas de cada um. No caso do Brasil teremos mudanças como:
- As palavras paroxítonas (penúltima sílaba mais forte) terminadas em “o” duplo, por exemplo, não terão mais acento circunflexo. Ao invés de “abençôo”, “enjôo” ou “vôo”, os brasileiros terão que escrever “abençoo”, “enjoo” e “voo”, sem o acento circunflexo (chapélzinho).
- Não se usará mais o acento circunflexo nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos “crer”, “dar”, “ler”, “ver” e seus decorrentes, ficando correta a grafia “creem”, “deem”, “leem” e “veem”. Até então usamos lêem, vêem e dêem para o plural das terceiras pessoas.
- Criação de alguns casos de dupla grafia para fazer diferenciação, como o uso do acento agudo na primeira pessoa do plural do pretérito perfeito dos verbos da primeira conjugação, tais como “louvámos” em oposição a “louvamos” e “amámos” em oposição a “amamos”.
- O trema desaparece completamente. Estará correto escrever “linguiça”, “sequência”, “frequência”, linguística e “quinquênio” ao invés de lingüiça, seqüência, freqüência, lingüística e qüinqüênio.
- O alfabeto deixa de ter 23 letras para ter 26, com a incorporação de “k”, “w” e “y”.
- O acento deixará de ser usado para diferenciar “pára” (verbo) de “para” (preposição).
- Haverá eliminação do acento agudo nos ditongos (encontro de duas vogais numa mesma sílaba) abertos “ei” e “oi” de palavras paroxítonas, como “assembléia”, “idéia”, “heróica” e “jibóia”. O certo será escrever assembleia, ideia, heroica e jiboia.
Essas alterações, que serão em maior número aplicadas em Portugal, deverão promover a unificação da língua em todos países que a adotam como língua oficial, e de certa forma servirá para fortalecer o idioma em âmbito mundial. Quanto à eliminação de alguns acentos, como o trema, é ótimo, pois se trata de uma norma que não é bem entendida, inclusive, pelos alunos, por ser desnecessária. As modificações terão maior repercussão no Brasil e em Portugal, os países de maior população.
Livros: Igual a dinheiro.
Diante da realidade consumada pelas pesquisas, em especial a pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do MEC, a escola é uma fábrica onde se produz a leitura e os leitores, que pode, se trabalhada de acordo, transformar-se em uma grande fábrica geradora de consumidores de livros. Só que há de ser feito um realinhamento nos conceitos de leitura, pois, quando se trata de leitura feita por obrigação, sem que o aluno/leitor curta o texto, e só lê para cumprir um dever escolar, fica longe o ideal de ser tornar o aluno um leitor em potencial, longe de se criar leitores críticos, podendo inclusive, esse tipo de leitura forçada, virar uma vacina contra o hábito de ler.
Resultados das pesquisas promovidas pelo governo mostrou que na pesquisa de 2001 cada brasileiro lia 1,8 livros por ano, e em 2008, cada brasileiro lia em torno de 3,7 livros por ano. Outro detalhe destaque na pesquisa é com relação à escolaridade média dos brasileiros que não chegava a seis anos, o que é menos da metade dos anos que um estudante coreano passa na escola.
Com isso, justifica-se a dificuldade da escola em alfabetizar as crianças, a levá-las a domar as palavras, a iniciar um relacionamento com a leitura e com os livros. Começando a ser incentivada mais cedo, a criança irá se acostumar com a leitura, tornando-se fiel consumidora. Para tal, é necessário que ela tenha os professores como modelos influentes, adquirindo o gosto pela leitura, para criar afetividade com a leitura e o hábito de ler.
Neste contexto aparece outro fator negativo que interfere no processo de se elevar o número de leitores no país: as editoras, que, através das pesquisas, vêem que são mais de 57 milhões de pessoas, ou um terço da população, matriculado nas escolas básicas, além de mais dois milhões de professores que atuam nesse grau de ensino, e fora o ensino superior. Visualizando pela matemática financeira, são mais de 63,2 milhões de pessoas, potenciais consumidores de livros, que aos olhos das editoras, é um prato cheio. Aí, deixam de facilitar a produção de obras literárias, de livros culturais, para buscarem lucros maiores nos livros didáticos.
Hoje, o mercado editorial brasileiro é um setor da economia que movimenta mais de R$ 4,4 bilhões ao ano e produz 300 milhões de exemplares e 35 mil títulos lançados o que, em números absolutos, o credencia a um dos maiores do mundo.
Com base no exposto, conclui-se que, infelizmente, o que deveria ser um setor de promoção da cultura e lazer se tornou um campo altamente comercial, visando tão somente o volume das negociações. Não podemos considerar este fator como bom, mas sim, péssimo, pois infesta os meios pedagógicos com centenas de livros de centenas de autores novos, desconhecidos e talvez sem condições de montar um livro didático condizente com o perfil dos alunos que temos nas diferentes escolas e comunidades, e sim, preocupados em criar livros bastante coloridos, cheios de figuras, desenhos e tirinhas, como se isso foi o ideal.
O alto interesse pela comercialização de material didático inviabilizou, de certa forma, a alfabetização, e, principalmente, o hábito da leitura, literalmente falido, também, com o advento da televisão, computador e internet.
Já há aqueles que dizem que a educação é a indústria de maior crescimento no momento, e que nos próximos 20 anos, só terá como concorrente a indústria do setor de saúde.
Resultados das pesquisas promovidas pelo governo mostrou que na pesquisa de 2001 cada brasileiro lia 1,8 livros por ano, e em 2008, cada brasileiro lia em torno de 3,7 livros por ano. Outro detalhe destaque na pesquisa é com relação à escolaridade média dos brasileiros que não chegava a seis anos, o que é menos da metade dos anos que um estudante coreano passa na escola.
Com isso, justifica-se a dificuldade da escola em alfabetizar as crianças, a levá-las a domar as palavras, a iniciar um relacionamento com a leitura e com os livros. Começando a ser incentivada mais cedo, a criança irá se acostumar com a leitura, tornando-se fiel consumidora. Para tal, é necessário que ela tenha os professores como modelos influentes, adquirindo o gosto pela leitura, para criar afetividade com a leitura e o hábito de ler.
Neste contexto aparece outro fator negativo que interfere no processo de se elevar o número de leitores no país: as editoras, que, através das pesquisas, vêem que são mais de 57 milhões de pessoas, ou um terço da população, matriculado nas escolas básicas, além de mais dois milhões de professores que atuam nesse grau de ensino, e fora o ensino superior. Visualizando pela matemática financeira, são mais de 63,2 milhões de pessoas, potenciais consumidores de livros, que aos olhos das editoras, é um prato cheio. Aí, deixam de facilitar a produção de obras literárias, de livros culturais, para buscarem lucros maiores nos livros didáticos.
Hoje, o mercado editorial brasileiro é um setor da economia que movimenta mais de R$ 4,4 bilhões ao ano e produz 300 milhões de exemplares e 35 mil títulos lançados o que, em números absolutos, o credencia a um dos maiores do mundo.
Com base no exposto, conclui-se que, infelizmente, o que deveria ser um setor de promoção da cultura e lazer se tornou um campo altamente comercial, visando tão somente o volume das negociações. Não podemos considerar este fator como bom, mas sim, péssimo, pois infesta os meios pedagógicos com centenas de livros de centenas de autores novos, desconhecidos e talvez sem condições de montar um livro didático condizente com o perfil dos alunos que temos nas diferentes escolas e comunidades, e sim, preocupados em criar livros bastante coloridos, cheios de figuras, desenhos e tirinhas, como se isso foi o ideal.
O alto interesse pela comercialização de material didático inviabilizou, de certa forma, a alfabetização, e, principalmente, o hábito da leitura, literalmente falido, também, com o advento da televisão, computador e internet.
Já há aqueles que dizem que a educação é a indústria de maior crescimento no momento, e que nos próximos 20 anos, só terá como concorrente a indústria do setor de saúde.
Educação Eletrônica
No Reino Unido já existe um aparelho sonoro apelidado de Mosquito, que emite sons de alta-freqüência, capitados somente por jovens com idade inferior a 25 anos. Os idosos não sentem sua interferência, porém, as crianças são afetadas pelo som que incomoda e praticamente obriga as pessoas a se afastarem. O aparelho está sendo combatido pelos defensores dos direitos humanos, que por sua vez, são combatidos pelos comerciantes e proprietários de grandes lojas, que são prejudicados pela presença de grupos de jovens baderneiros e que além de quebrarem tudo, ainda saem sem pagar a conta. Sendo assim, preferem a freguesia formada por pessoas idôneas. O que se coloca em questão é que não se sabe a quem apoiar. Se os representantes dos direitos humanos devem proteger os jovens permitindo que continuem formando grupos indesejáveis e prejudicando os comerciantes, ou os comerciantes, que gostariam e poderiam acomodar os jovens, caso se portassem de acordo com as normas e regras do local.
O grupo Cooper Safety de Portugal, responsável pela distribuição do equipamento apresentou à imprensa declaração dizendo que o mosquito é um equipamento muito útil no caso de ter que deflagrar uma evacuação rápida, como em casos de brigas em campos de futebol e outro locais públicos, porém, sua execução pode ferir em muito os quesitos da ética, ou seja, iria gerar muitas questões éticas.”
Esta é parte de uma reportagem curiosa encontrada dentre as milhões de páginas da internet que se espalha pelo mundo, aguçando a curiosidade de quem também vive o problema, que aliás, é no mundo inteiro, em todos países.
O que a reportagem evidencia é justamente o desconforto dos comerciantes por não saberem exatamente o que fazer. Os jovens geram movimento no comércio, porém, sempre acabam deixando aflorar o “mau comportamento”, principalmente nos finais das noites, com brigas, discussões violentas e o pior, com sérios prejuízos para os proprietários.
Este fato é realidade aqui em Lavras também onde muitos comerciantes abrem um comércio para atender a demanda jovem e logo fecham suas portas, pois eles marcam presença em grande volume, mas gastam pouco e tornam o ambiente insustentável, principalmente com o envolvimento de drogas.
Quanto ao aparelhinho apelidado de mosquito, realmente não funcionaria de acordo, pois atingiria a todas pessoas com menos de vinte e cinco anos, indiscriminadamente, ultrapassando os limites do desejado. Mesmo assim é prova de que é crescente a preocupação com o comportamento desordenado dos jovens, e que, já se procura tomar alguma providência, mesmo que de forma eletrônica, para coibir as ações dos baderneiros. E os jovens de boa índole acabam pagando o pato. Saem sempre preocupados com possíveis problemas gerados por outros instigadores da juventude banal e inconsequente. O tema exposto serve para reflexão, mais uma vez comprovando que nossos jovens estão indo além dos limites sociais.
O grupo Cooper Safety de Portugal, responsável pela distribuição do equipamento apresentou à imprensa declaração dizendo que o mosquito é um equipamento muito útil no caso de ter que deflagrar uma evacuação rápida, como em casos de brigas em campos de futebol e outro locais públicos, porém, sua execução pode ferir em muito os quesitos da ética, ou seja, iria gerar muitas questões éticas.”
Esta é parte de uma reportagem curiosa encontrada dentre as milhões de páginas da internet que se espalha pelo mundo, aguçando a curiosidade de quem também vive o problema, que aliás, é no mundo inteiro, em todos países.
O que a reportagem evidencia é justamente o desconforto dos comerciantes por não saberem exatamente o que fazer. Os jovens geram movimento no comércio, porém, sempre acabam deixando aflorar o “mau comportamento”, principalmente nos finais das noites, com brigas, discussões violentas e o pior, com sérios prejuízos para os proprietários.
Este fato é realidade aqui em Lavras também onde muitos comerciantes abrem um comércio para atender a demanda jovem e logo fecham suas portas, pois eles marcam presença em grande volume, mas gastam pouco e tornam o ambiente insustentável, principalmente com o envolvimento de drogas.
Quanto ao aparelhinho apelidado de mosquito, realmente não funcionaria de acordo, pois atingiria a todas pessoas com menos de vinte e cinco anos, indiscriminadamente, ultrapassando os limites do desejado. Mesmo assim é prova de que é crescente a preocupação com o comportamento desordenado dos jovens, e que, já se procura tomar alguma providência, mesmo que de forma eletrônica, para coibir as ações dos baderneiros. E os jovens de boa índole acabam pagando o pato. Saem sempre preocupados com possíveis problemas gerados por outros instigadores da juventude banal e inconsequente. O tema exposto serve para reflexão, mais uma vez comprovando que nossos jovens estão indo além dos limites sociais.
Assinar:
Postagens (Atom)